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quinta-feira, 9 de setembro de 2010
133. SÓ para garotAs (GarotOs, é melhor nem ler!)
sábado, 28 de agosto de 2010
132. Quase um amor?
Você já teve alguém na sua vida que, provavelmente era um(a) amigo(a), com quem você gostava de conversar, passar horas em sua companhia, adivinhar pensamentos, linguagem especial de comunicação secretamente implícita? Assunto é o que não falta, vocês se entendem, e têm prazer nas meeeesmas coisas?
E pior, você se sente fisicamente atraído(a) por ela/ele, e tem certeza que vocês formariam o casal perfeito?
É sem dúvida alguém perfeito para você passar o reeeesto da sua vida. Velhinhos conversando sobre a vida. Ou até morrerem juntos como no filme Diário de uma paixão. Ai, suspirei agora! Eu amo muito aquele filme.
Então, você se dedica a esse relacionamento com todo afinco e esperança, que vai chegar o dia, em que em alguns dos seus vários encontros, vai rolar aquele beijo, e tudo, finalmente, vai se desenrolar. Seus sonhos finalmente se tornarão realidade. Finalmente! E, você merece. Você não merece menos que esse relacionamento perfeito, com essa pessoa per-fei-ta para você.
Bom, meu problema é que esse dia nunca chega, rs. A gente continua amigo até que a morte nos separe, rs. Ah não, sinto muito, mas estou ouvindo uma música que tenho que inserir aqui. É um sinal, rs. Olha só:
(...)
Quase um amor
Quase um caminho
Que me deixou
Quase sozinho
E quase que fiquei contente
E fui feliz pra sempre
No dia em que eu
Quase conquistei seu coração (Quase – Pato Fu)
É, as músicas sempre me ajudam.
Esses relacionamentos que temos, são os quase. E assim são, pelo que tenho observado, para não dizer, vivido, que essa nossa pretensa alma gêmea é sempre alguém cheio de rolos, complexa (um eufemismo). Alguém que nunca está disponível para viver o nosso (leia-se nosso: eu, você, as pessoas iludidas que vivem essa situação, e provavelmente, ou certamente, não ela, a pessoa amada por nós) tão sonhando e lindo amor.
E ficamos frustrados, pensando: - Mas poxa vida! Por que não eu? Por que não nós? Ia ser tão perfeito. Ele/ela é a pessoa ideal....
Dá uma raiva. Um disperdício de pessoa.
Pode ser.
Mas pode também não ser. Nós com nossa mania de idealização, confiamos que a garantia que teremos o relacionamento que nos fará realmente felizes, é nos relacionarmos como esses quase ( quase nós? Pois é!),
Depois de alguns quase, comecei a refletir em dois aspectos: na sensação de estar desperdiçando alguém no padrão do que desejo, e como então deve ser a pessoa certa pra gente.
E as conclusões que tenho chegado são:
Não há desperdício. Não é quase um amor. É um amor. Um amor lindo, verdadeiro, e que provavelmente, nunca irá acabar. Aquele amor chamado amizade. E que não devemos deixar passar em vão. A gente tem que se agarrar a esse amar e cultivá-lo. Ser grato, porque é um presente. Quando percebemos isso não há chateação pela pessoa ser enrolada e não desenrolar para o nosso lado. Nos permitimos só viver esse relacionamento.
E, tenho concordado com um texto famoso da net, atribuído ao gordinho do meu coração: Luís Fernando Veríssimo, mas que não sei ao certo se é dele. Chama-se A pessoa errada. Muuito conhecido, e pode ser conferido no final desse post, clicando no videozinho. (Mas não pule até lá ainda, please!)
Por melhor que seja um quase, é quase.
E normalmente, porque não se desvencilham e se tornam aptas para serem nossas? E apesar de tudo que um quase é, o que queremos mesmo não é alguém disposto a nos assumir. E, será que somos tão especiais assim, que só porque é conosco o quase deixará de ser uma pessoa enrolada? Huum, talvez o meu problema seja minha baixo auto-estima ou pouca fé para crer.
Então, voltando a pessoa não-quase, penso que não há fórmulas. As fórmulas são para os quase.
Provavelmente não vai ser uma relação segura – se é que existe, e estável como com um quase, mas poderá ser tão especial, preenchedora, feliz e sintonizada. E principalmente, surpreendente e desempedida. Aquela pessoa que a gente seeempre sonhou.
Agora, deixo o gordinho, ou seja quem for o autor, encerrar o texto (e não o assunto) por mim. Façam bom proveito:
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
129. Ode às minhas amigas
Recebi hoje do meu primo carioca, Sérgio:
Frase do dia:
"Quando uma mulher sofre em silêncio é porque seu celular está sem crédito".
E ainda perguntou se é meu caso. Claro que é! Principalmente agora do Infinity da Tim.
Ao ler isso ai, você ja vai entender de cara, né dna Beta Nogueira, rs.
Pois, é. Eu e essa dona bonita, ontem a noite, conversamos de quase cair a língua. E as risadas… Sobre o que? Sobre tudo e sobre nada! Quem precisa de assunto para conversar com uma amiga?
Por isso hoje acordei resolvida a escrever sobre minhas amigas. Porque só de pensar nelas, meu coração já recobra ânimo.
Família é tudo. Galera da igreja e da ABU são sempre especiais. Colegas de trabalho… Ter namorado também é bom. Namorados são legais. O meu mesmo é bem legalzim [:-p]. Mas as amigas… Ahhhhh as amigas!
São delas nossas melhores risadas. E as frases mais espontaneamente inteligentes, rs. As tiradas mais inusitadas. As piadinhas mais… (Haaam, esse povo que adora tirar sarro com a cara da gente!)
Sei lá como explicar esse trem de amiga. Eu só sei que é bom e imprescindível.
Às vezes, até os momentos que seriam os mais dolorosos ao serem lembrados, trazem um afeto, ou alegria. Dias e momentos são ressignificados.
Não dá pra entender, como se lembrar de uma reunião de emergência num domingo à tarde para tratar o término de um namoro de sete anos, pode ser uma recordação afável. Ou como uma quarta-feira na livraria do shopping pode transformar uma noite banal numa data para ser comemorada anualmente, com direito a livro escolhido para a posteridade. (Por falar nisso, a data foi ontem, viu Clube das Amigas Flores!). E ir ao primeiro casamento do clube e estar feliz como se fosse a gente que estivesse casando. E transformar o marido da amiga no nosso Hitch.
Há essas amigas de sempre. Que nasceram com a gente. Crescemos juntas. Já fizemos listas de viagens. Vestimos parecido. Compramos coisas iguais. Ensaiamos, saímos, oramos, conversamos, fomos a todos os aniversários. Conhecemos e sabemos todos os namoros e rolos. Gastamos extensas horas ao telefone, depois de ter acabado de chegar de alguma “saída”. Que tem o descaramento de ficar pedindo pão de queijo e bolo de chocolate para a mãe da gente. E fica de coisinhas com o nosso pai.
Mas há amigas que vem e a gente nem vai com a cara delas de início. E a convivência é fruto da obrigação. Que temos que fazer parte do grupo, até esse grupo se tornar uma equipe. E de tardes de estudos, viagens, pizzarias, feijoadas, aniversários, amigo-secreto de livro, e muita discussão sobre assuntos sérios em meio a tantas bobagens. Um “grupo formado de uma evangélica, uma católica fervorosa, uma espírita, uma mais chegada para o Candomblé, e uma católica meia boca”. E que tira maior proveito disso. E não perde a chance de saber a opinião – religiosa também- da outra e aprender com ela.
Há amigas de longe. Há amigas de perto.
Amiga que cresceu com a gente,casou (roubando o nosso melhor amigo) e mudou, e a gente só se fala por MSN e celular.
Há amigas de encontros de ABU, que a gente vê de quando em quando, mas a conversa no MSN é tão íntima, e nem precisa ser todo dia, e às vezes passamos meeeses sem conversar.
As femininas-revoluncionárias-tradicionais-que-sonham-com-a-gente.
A que faz poema com nosso nome e chama a gente no msn inesperadamente naquele momento bem de angústia, e que a gente fica remoendo suas palavras durante meses...
As primas - do lado de pai e do lado de mãe.
As de sempre. As nem sempre. As pra sempre.
Há amigas!
Ainda bem que há!
E com elas há risadas, crescimento, desentendimentos, ciúmes, colo, risadas, cumplicidade, alegria, dias bobos, conversas, apelidos, fofocas, ajuda, direcionamento, oração, ciúmes, risadas, presentes, festas, filmes, livros, conversas, saudade, confissões, reclamações, cartinhas, bobagens, decisões, encorajamento, verdade, apoio, histórias, pirraças, silêncio, barulho, conversas, risadas, choro, reuniões, saídas, balada, músicas, segredos, olhares, opinião imprescindível sobre o gatchenho, a receita daquele prato, a bolsa-blusa-saia-sei-lá-mais-o-que para emprestar, as dicas e recomendações, os sonhos, os planos, a lista de…
Ah, não dá pra completar sozinha, é preciso palpites de vocês, amigas!
Eu realmente não poderia viver sem vocês. Eu não seria o que sou sem vocês.
Perto ou longe. Diariamente ou esporadicamente. Conversando ou em silêncio. Eu sei que estão, que estamos, que somos.
E isso basta.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
116. Silêncios e sons
Discos preferidos
Filmes vistos
Sempre
Um
Sinal
dentro e tão perto
De um jeito tão certo que só cabe mesmo em mim
No tempo que passa
Lento e à jato
A gente na alma
No modo, dois jeitos
Mas diferentes
É que somos
Iguais
Discos preferidos
Filmes vistos
Sempre
Um
Sinal
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
110. Distância Céu E Mar (Fúlvio Andrade)
segunda-feira, 9 de abril de 2007
34.Não sei viver? Não pode ser.--- Mas tá bom
Eu sabia
naquela hora eu sabia, e não queria saber, que iria saber pra sempre.
Só cantei uma frase (e errada, eu acho!) Mas foi muito massa!
Pelo menos não Desafinei
nem na história da música
Chega de Saudade
Composição: Tom Jobim e Vinícius
Vai minha tristeza e diz a ela que sem ela
Não pode ser, diz-lhe numa prece
Que ela regresse, porque eu não posso
Mais sofrer.
Chega de saudade a realidade
É que sem ela não há paz, não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim, não sai de mim, não sai
Mas se ela voltar, se ela voltar,
Que coisa linda, que coisa louca
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos que eu darei
Na sua boca, dentro dos meus braços
Os abraços hão de ser, milhões de abraços
Apertado assim, colado assim, calado assim
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim
Que é pra acabar com esse negócio de você viver sem mim.
Não quero mais esse negócio de você longe de mim...

