Andei lendo meu blog.
Eu realmente gosto dele.
Assim como o Caio (César Marçal) me disse que também gostava das fotos dele do orkut, quando eu as elogiei, eu reajo assim também quando dizem que gostam do meu blog. Eu também gosto muito dele. E isso não é falta de modéstia. Afinal, a gente tenta oferecer aos outros o que a gente considera bom.
Mas, tem muita coisa engraçada aqui.
E alguns errinhos também. Que às vezes eu corrijo. Só que, às vezes, dá uma preguiiiça...
Além disso, depois que mudei o layout do preto para o branco, algumas partes tem que ser selecionadas para serem lidas. Talvez eu ainda melhore isso também.
Reler meu blog é fazer minha própria releitura. E isso é muito agradável.
É olhar para trás e ver quem eu era, quem eu ainda sou, e quem eu não mais serei.
Deu vontade de tirar alguns posts que achei que escrevi muita baboseira. Mas, era o que eu estava sentindo. Vou deixar para lembrar, rir, e ver que, graças a Deus, o tempo passa e a gente muda.
Uns amores que me encabulam, rs. Que coisinhas piegas eu escrevi! Era eu mesmo? Pior que era...
E há bons registros. Principalmente de pessoas com as quais aprendi e aprendo muito. Pessoas que quero sempre levar comigo. Mesmo que agora estejam um pouco distantes. E até um alerta, para não deixar essas pessoas escaparem.
E quanta música há nesse blog! Ele mais canta do que fala. Mas não poderia ser diferente, ele é meu.
E fotos que enternecem meu coração e minha alma.
Fazer uma auto releitura é um processo muito rico. Eu recomendo.
Faço isso sempre com meu diário. É, tenho um desde o IPL de 2008, do qual participei.
No meu aniversário desse ano, li o que escrevi no ano passado, e gostei muito. Pude ver que apesar da sensação de que as coisas não estão andando, elas estão sim. E por mais que um ano pareça passar rápido, é tempo suficiente para muitas mudanças.
Reler a gente é importante para voltarmos a nós mesmos, e lembrarmos quem somos, o que queríamos e queremos ser. Além disso, é um bom momento para percebermos a nossa fragilidade, e que podemos realizar muito do que nos propomos. Perceber, que não morremos quando o que acreditamos ser essencial as nossas vidas acontece diferente, ou não acontece.
"Retrovisor nos mostra o que ficou
O que partiu, o que agora só ficou no pensamento
Retrovisor é mesmice em trânsito lento
Retrovisor mostra meus olhos com lembranças mal resolvidas
Mostra as ruas que escolhi
Calçadas e avenidas
Deixa explícito que se for pra frente
Coisas ficarão pra trás
A gente só nunca sabe que coisas são essas"
Só pela Graça a gente pode não errar (muito) ao escolher o que vai e o que fica.
Dá uma paz de olhar para o futuro com mais esperança, e mais tranquilidade.
Aliás, tranquilidade porque dependemos de Deus. E sabemos que até aqui foi porque Ele nos ajudou, que chegamos como chegamos.
Se não tão bem (ou mal mesmo!), pedimos graça (e talvez perdão) para prosseguir fazendo escolhas melhores, e sermos mais dependentes dEle.Se estamos bem, ficamos gratos, e pedimos que nos ajude a prosseguir melhor ainda.
Se não tão bem (ou mal mesmo!), pedimos graça (e talvez perdão) para prosseguir fazendo escolhas melhores, e sermos mais dependentes dEle.Se estamos bem, ficamos gratos, e pedimos que nos ajude a prosseguir melhor ainda.
Eu não resisto, tenho que citar Anitelli:
"Retrovisor nos mostra o que ficou
O que partiu, o que agora só ficou no pensamento
Retrovisor é mesmice em trânsito lento
Retrovisor mostra meus olhos com lembranças mal resolvidas
Mostra as ruas que escolhi
Calçadas e avenidas
Deixa explícito que se for pra frente
Coisas ficarão pra trás
A gente só nunca sabe que coisas são essas"
Só pela Graça a gente pode não errar (muito) ao escolher o que vai e o que fica.
+pode+acontecer.bmp)